Antes de Trancoso virar sinônimo de point badalado da Bahia, o Capim Santo já estava lá — literalmente desde o começo. A pousada reúne 21 acomodações em meio a um jardim tropical de 10 mil metros quadrados, no coração do centro histórico, bem ao lado da famosa praça do Quadrado, divididas entre apartamentos, suítes e bangalôs. Nascida das mãos de uma família que trocou a vida na cidade grande por uma rotina mais conectada à natureza no fim dos anos 1980, dá pra sentir essa raiz em cada detalhe: nada aqui parece construído ontem para agradar feed de Instagram.
O estilo é rústico-chique, sem exageros. Os quartos têm layouts únicos — de lofts aconchegantes com banheira e varanda de frente pro pomar a bangalôs térreos com rede e vista para o jardim tropical, alguns com pé-direito baixo e clima de casa de pescador reformada. O design das acomodações tem um toque contemporâneo, todas com ar-condicionado e sistema de aquecimento — mistura de móveis de época com conforto atual, sem cair no clichê de resort de grife.
E claro, tem o motivo pelo qual muita gente conhece o Capim antes mesmo de dormir lá: o restaurante. A casa é especializada em frutos do mar e é daqueles endereços que viram compromisso obrigatório mesmo para quem está hospedado em outro lugar. Além da hospedagem, a pousada mantém um restaurante premiado que também recebe eventos, comandado hoje pela terceira geração da família fundadora.
A área social conta ainda com piscina, bar da piscina, sala de massagens e ofurô — tudo pensado para quem quer ficar parado num livro por horas entre um mergulho e outro. A localização é imbatível: a poucos minutos a pé do Quadrado, com praias como Coqueiros por perto. Vale reforçar que a proposta vai além do quarto bonito — a pousada carrega um compromisso real com sustentabilidade e organiza uma programação de bem-estar voltada tanto para hóspedes quanto para a comunidade local. É luxo com propósito, no sentido mais literal da palavra.




